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sexta-feira, 19 de junho de 2015

III Café com Leitura debate sobre administração pública a partir de uma visão shakespeariana

café com leitura portal
Ocorreu nesta sexta-feira (19), a terceira edição do projeto Café com Leitura: Contos & Encontros palestra com o escritor Theófilo Silva,

com o tema “O que Shakespeare tem a dizer à Administração Pública”.

Motivação desse evento:

“Debater temas técnicos e complexos de forma humanística trazendo mais leveza ao TCE e tornando o ambiente mais arejado, menos pesado.” É o que afirma o escritor cearense  Theófilo Silva.

Foi uma iniciativa da Biblioteca Ministro Raimundo Girão, desta Corte em parceria com a Escola de Contas Instituto Plácido Castelo (IPC).




Presenças

Marcaram presença os conselheiros Alexandre Figueiredo, Edilberto Pontes, servidores da Corte, colaboradores e convidados.


Sobre o Tema
Com o tema “O que Shakespeare tem a dizer ao Poder Público”, a plateia pôde aprofundar temas da atualidade numa visão shakespeareana, com exemplos de trechos de obras e filmes que foram expostos pelo palestrante. “As cenas da antiguidade se repetem no meio político ainda hoje. Em tudo há um pouco de Shakespeare”, afirma o Escritor.

Após a explanação de Theófilo Silva, o encontro foi aberto para perguntas e houve sorteio de brindes. Mediador do debate, o conselheiro Alexandre Figueiredo destacou que momentos como este são únicos e de grande aproveitamento. Na ocasião, parabenizou a diretoria responsável pelo projeto, nas pessoas de Hilária Barreto, Maria Amélia Cavalcante e Paulo Alcântara.

O Autor e suas obras


O escritor cearense Francisco das Chagas Teófilo Silva é formado em Letras pela Universidade Federal do Ceará (UFC); fundou a Sociedade Shakespeare de Brasília; titular do Blog Shakespeare Indignado – Onde escreve artigos semanais discutindo a sociedade contemporânea à luz do Pensamento de Shakespeare; realiza palestras sobre a obra do dramaturgo William Shakespeare por todo o País.



“A Paixão Segundo Shakespeare”, livro doado pelo autor para enriquecer o acervo do “Clube de Leitura” da Biblioteca Ministro Raimundo Girão”

O escritor e fundador da Sociedade Shakespeare de Brasília, Theófilo Silva, deixou uma lição: “dentro do serviço público, se colocar no lugar do outro e deixar um pouco o ego de lado é bem mais produtivo.”

Em suas obras, o Escritor cearense analisa acontecimentos sobre a sociedade e a política brasileira a partir de uma visão shakespeariana, e reúne cerca de 100 artigos publicados ao longo de quatro anos. Autor dos livros “A Paixão Segundo Shakespeare” e “Shakespeare Indignado”.

“William Shakespeare é reconhecido como o autor que melhor entendeu o ser humano em toda a sua complexidade, e assim, ele continua dando lições à humanidade, principalmente àqueles que exercem posições de comando".


Café com Leitura

O projeto “Café com Leitura: Contos & Encontros”, em parceria com o IPC, acontece de forma periódica, promovendo encontros culturais (bate-papos, oficinas literárias, diálogos informais) em que escritores, pesquisadores e outros produtores culturais apresentem seus trabalhos ao público interno e/ou externo, gerando discussões e reflexões acerca de suas obras literárias.
A primeira edição, em outubro/2014, teve como convidado o ex-presidente da Academia Cearense de Letras, Pedro Henrique Saraiva Leão, com a palestra "Luzia-Homem". Já o II Encontro, ocorrido em dezembro/2014, contou com a participação do escritor e servidor do TCE Ceará, João Bosco Nogueira, com "Diálogos de Compadres".











quarta-feira, 3 de outubro de 2012

BIBLIOTECÁRIOS E ARQUIVISTAS DOS TCS DEBATEM AS CONSEQUÊNCIAS DA LEI DE ACESSO À INFORMAÇÃO PARA O SERVIÇO PÚBLICO


                                      Veronica, Regina e Dalva no V Fórum do Bibliocontas 
                                                      em Florianópolis (SC), 2012.



“A Lei de Acesso à Informação, no Brasil, apesar de recente, apenas normatizou o que, na prática, já vinha sendo realizado na administração pública brasileira. Em termos de transparência, nosso país é referência mundial”.

Este foi um dos pontos apresentados pela diretora de Prevenção da Corrupção da Controladoria-Geral da União (CGU), Vânia Vieira, em palestra realizada na tarde da quinta-feira (27/9), dentro da programação do V Fórum Nacional de Bibliotecários e Arquivistas dos Tribunais de Contas. 
Segundo ela, além de ser um direito fundamental do indivíduo, ratificado no ordenamento jurídico brasileiro e inserido na própria Constituição Federal, o acesso à informação é um dos instrumentos que a sociedade tem para o combate à corrupção e que força a Administração Pública a aperfeiçoar a qualidade dos seus serviços.

Representando o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE) neste Fórum, foram as servidoras Dalva Stella Nascimento Loureiro, da Comissão Permanente de Avaliação de Documentos (CPAD), Regina Lúcia da Silva Braga, do Núcleo de Biblioteca e Documentação, e Maria Verônica Lima Marcelo, do Serviço de Arquivo.   “Foi muito proveitoso pois nos deu uma visão maior” disse Regina Lúcia, que complementou: “o encontro foi importante para a biblioteca do TCE-CE no sentido da abordagem, das inovações determinadas pela internet e pelos seus sistemas de engajamento – as redes sociais.”
Para a servidora Dalva, o encontro teve grande importância no setor de Arquivo, pois nossa gestão de documentos está bem adiantada. “Já fomos bastante elogiadas pelo nosso serviço”, assumiu. As redes sociais mudaram a forma de acesso à informação. A nova realidade, beneficiada pelo barateamento dos recursos tecnológicos, impactou no aumento da complexidade e do volume de dados e informações que devem ser geridos pelas organizações, colocando-as diante do desafio de encontrar a melhor estratégia para absorver tanto conhecimento. “Outro foco do encontro foi incentivar os bibliotecários a trabalhar junto com a equipe de jurisprudência, para fazer uma melhor catalogação das informações, organizando melhor os bancos de dados”, explicou Dalva Loureiro.

A transparência no setor público brasileiro já estava garantida, não apenas constitucionalmente, como também através da Lei de Responsabilidade Fiscal (lei nº 101/2000) e da Lei da Transparência (lei nº 131/2009). Referidos instrumentos, no entanto, limitavam-se às informações de gestão financeira. A Lei de Acesso à Informação ampliou ainda mais este leque, para qualquer informação produzida ou guardada pelos órgãos públicos e que não estejam protegidas pelo sigilo ou sejam de caráter pessoal.

A Lei de Acesso à Informação trouxe outras consequências para o serviço público, em todas as esferas administrativas. Uma delas foi o aprimoramento dos processos de gestão da informação, e que resultou no expressivo índice de atendimento às demandas constatadas na administração federal, da ordem de 92,1%, das cerca de 30 mil solicitações. A CGU, que centraliza os pedidos de informação de todos os órgãos e as entidades públicas federais, constatou ainda que o tempo médio de atendimento às solicitações de informação é de 10,1 dias, quando a lei estabelece um prazo de 20 dias, prorrogáveis por mais 10.
Outro reflexo da Lei de Acesso à Informação na administração pública federal, na visão da diretora da CGU, foi a mudança da cultura organizacional, na medida em que as informações e os documentos precisam ser melhor organizados a fim de agilizar o acesso por parte do cidadão. “Neste sentido, os arquivistas e bibliotecários passam a desempenhar função essencial para que a lei se cumpra eficazmente”, concluiu a diretora da CGU.

Ratificando esse entendimento, o professor Sérgio Albite Silva, doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense, em painel que antecedeu a palestra sobre a Lei de Acesso à Informação, defendeu a necessidade da criação de uma política pública para a produção e o arquivamento da informação nos órgãos públicos. “Não é preciso esperar que esta política comece a nível federal. Podemos implantá-la a nível local, institucional ou até mesmo setorial. O importante, é tê-la!”, afirmou.

Organizado pelo Instituto de Contas — unidade do tribunal catarinense responsável pelas atividades de capacitação dos públicos interno e externo — e coordenado pelo Grupo Bibliocontas, o V Fórum Nacional de Bibliotecários e Arquivistas dos Tribunais de Contas foi realizado até sexta-feira (28/9), no auditório do TCE/SC. Segundo a chefe da Biblioteca Nereu Correa e coordenadora do evento, Valéria Gouvêa Ghanem, o Fórum contou com a participação de representantes de 17 tribunais de contas brasileiros e ainda do Tribunal de Contas do Uruguai, da UFSC, do Ministério Público de Santa Catarina, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina e da Prefeitura Municipal de Florianópolis
Fonte: Intranet TCE/CE em 02/10/2012.

O Grupo Bibliocontas é formado por profissionais da informação atantes nos Tribunais de Contas, para discutir questões e relatos de experiências nas áreas de Bibliioteca, Arquivo e Centros de Memória.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

BIBLIOTECA DO TCE TEM CERCA DE 15 MIL DOCUMENTOS À DISPOSIÇÃO PARA CONSULTA


imagem ilustrativa



Há 26 anos, a Biblioteca Ministro Raimundo Girão vem dando suporte aos funcionários do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Seu acervo, com 14.669 documentos - entre livros, periódicos, jornais, monografias e revistas - é renovado pelo menos uma vez ao ano, dependendo da demanda por livros. Especializada em Direito Administrativo, Constitucional e Financeiro, o espaço disponibiliza, também, os grandes clássicos da literatura. 


Suas principais funções são apoiar a formação profissional e colaborar para o desenvolvimento técnico e cultural do Tribunal. Além do serviço interno, a biblioteca é aberta ao público externo para consultas e leituras dentro de seu espaço. A biblioteca também possui espaço para estudo e disponibiliza computadores para quem precisar pesquisar na internet. O nome da Biblioteca é uma homenagem a um dos fundadores do TCE-CE e, também, emérito historiador, professor, literato e membro da Academia Cearense de Letras. 


Para acesso e consulta ao acervo, é utilizado um sistema informatizado de gerenciamento - o Autobib, que contempla as principais funções de uma biblioteca. A biblioteca oferece, também, consultas por telefone (85 3488-5928). O catálogo com todo acervo está disponível na Internet, na página do IPC, para quem já é cadastrado. O espaço tem levantamentos e pesquisas bibliográficas, intercâmbio de informações e formação de grupos de discussão entre bibliotecas jurídicas. Por e-mail, o usuário pode receber informações sobre prazos de empréstimos, reservas, etc. 


De fácil acesso e cadastramento (basta levar um documento de identidade), a biblioteca está localizada no prédio do Instituto Plácido Castelo (IPC). Funciona durante a semana nos dois turnos, das 8 às 12h e das 14 às 17h30. Caso o servidor precise levar o livro para casa, terá 15 dias para lê-lo. Este período pode ser renovado por três vezes se não houver lista de espera. Apesar de não trabalhar com multas, um dia de atraso da devolução acarreta em uma suspensão de dois dias de empréstimo. 

Embora a biblioteca compre e receba material de outras instituições e tribunais, como o TCE-MG, e do próprio Tribunal de Contas da União (TCU), qualquer pessoa pode doar livros e documentos, desde que estejam em boas condições e uso e conservação.


Assessoria de Comunicação Socialcomunicacao@tce.ce.gov.br
(85) 3488.5958